domingo, 19 de dezembro de 2010

EDP'S DISPONÍVEIS

Fala Galera! beleza!?
tempos após o final do encontro, estamos aqui para avisar que os trabalhos apresentados e enviados para nosso email estão já disponíveis !
eis o link!

Espaços de diálogos e Práticas IV EREGEO Sul

qualquer dúvida eregeosul@gmail.com

e, breve disponibilizaremos a ATA da plenária final do encontro!

abraços e alto astral!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

AVISO SAÍDA DE CAMPO

COLEGAS INTERESSADOS EM REALIZAR O CAMPO PARA O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA.

TRAGAM ROUPAS ADEQUADAS.
-BOTA
-CALÇA RESISTENTE, POIS VAMOS INTERVIR NO CAMPO.
É UM LOCAL TURÍSTICO ? SIM
TODO O PARQUE TEM TRILHAS ? NÃO
AONDE VAI ROLA O CAMPO ? EM LOCAIS TURÍSTICOS E NÃO TURÍSTICOS

LOGO: VAMOS SOCAR A BOTA NO CAMPO, E COMO EM QUALQUER AMBIENTE, DEVE-SE TOMAR CUIDADO COM COBRAS!!!!

QUEM TIVER PERNEIRA, CANELEIRA OU QUALQUER OBJETO QUE PERMITA MAIOR PROTEÇÃO É INTERESSANTE ESTAR TRAZENDO.

ABRAÇOS

Incrições

Algumas Orientações....

- Lembrando que amanhã (10/11) é o último dia para a INSCRIÇÃO E ENVIO DE COMPROVANTE, após esta data só serão aceitas inscrições no dia do evento.

- Não serão mais aceitos depósitos em envelope nos caixas eletrônicos, por favor, realizem o pagamento do evento diretamente no caixa, assim, o seu comprovante deve constar a seguinte mensagem "Este recibo é válido como comprovante de depósito".

- No dia do evento só serão aceitos pagamentos em dinheiro, aqueles que se inscreveram e pagaram via depósito não esqueçam se esqueçam de enviar no e-mail inscricoeseregeosul@gmail.com o comprovante do depósito.

- Atenção acadêmicos da UEPG que realizaram a inscrição para o EREGEOSUL, amanhã (10/11) a equipe responsável pelas inscrições e demais colaboradores vão estar na Central de Salas a partir das 18 horas, portanto, aqueles que não realizaram o pagamento no banco tem a oportunidade de efetuá-la amanhã.

fiquem atentos nas datas...o EREGEO SUL tá aí...estamos te esperando!!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

LEMBRANDO:


TRAZER BARRACAS, COLCHÕES, COBERTAS, TALHERES, PRATOS, LONAS E DEMAIS "APETRECHOS" DE CAMPING OU ALOJAMENTOS..

OUTRA COISA:

Ponta Grossa tem um relevo suave em algumas localidades, já em outras, não é nada suave. Não é a toa que a galera da geo, bio e demais colegas, quando vamos à Campo (campos gerais) temos que estar preparados para as atividades em seu percurso.
Portanto tragam calçados adequados para as saídas de campo. Lanches, água, repelentes e etc. são importantes.
Em algumas atividades de Campos, teremos relevos acidentados, trilhas médias e pesadas, sejam eles na área rural ou no perímetro urbano.
É importantíssimo um bom descanso na noite anterior das atividades de campo.
Mas, só para confortá-los, a paisagem é recompensadora!
Em relação ao Campo "Áreas de Risco" esse, por outro lado, mostra a realidade nos fundos de vale em nossa cidade. Nem tudo é flores e campos..

VENHAM PREPARADOS!
Não piazeiem, Geógrafos...

Sejam bem vindos!

Até daqui uns dias..

Abraços.





sábado, 6 de novembro de 2010

INTERGEO

(foto: Intergeo no XVIII ENEG - Maceió UFAL)

Salve Salve Galera!
Durante o Encontro em momentos livres vai rolar o Intergeo! O Campeonato mais Geográfico do Brasil, repetindo as suas últimas edições em Porto Alegre 2009 e em Maceió 2010.
Portanto, organizem-se e tragam seus trapos! a pelota vai rolar!

Na contagem regressiva!
Abraços e alto astral!

Inscrições Prorrogadas!!!

As inscrições e envio do comprovante foram prorrogados até o dia 10/11/2010!!!

Atenção!

Não serão mais aceitos depósitos feitos em envelope nos caixas eletrônicos, por favor, realizem o pagamento do evento diretamente no caixa, assim, o seu comprovante deve constar a seguinte mensagem "Este recibo é válido como comprovante de depósito".

Para os acadêmicos que efetuaram o pagamento via envelope, fique tranquilo, sua inscrição será validada!

Para eventuais dúvidas ou melhores esclarecimentos sobre o processo de inscrição, por favor enviar um e-mail para inscricoeseregeosul@gmail.com .


O evento está aí....não fique piazando, clique logo com o seu mouse aqui!
Estamos esperando você!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Cancioneiro da Rota - Silvestre Alves


"Ei, vida tropeira

Sol, chuva, cerração

Ei, vida tropeira

Levar a tropa eu vou(...)"

Silvestre Alves é um artista que possui dentro de um Projeto de resgate Histórico - Cultural a intensão de disseminar a música regional dos Campos Gerais e de todo o ciclo chamado Tropeirismo. Dispensa muitos adjetivos, sua presença já é quase garantida para o IV Encontro Regional Sul de Estudantes de Geografia!

Para maiores e melhores informações deste artista de nossa região
clique aqui

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Prazo EDPs Prorrogados

Comunicamos que as inscrições para os EDPs foram prorrogadas até o dia 07/11/2010...
..impreterivelmente

Comissão Organizadora.

Dúvidas? Entre em contato!
eregeosul@gmail.com

sábado, 30 de outubro de 2010

OFICINAS

Fala Galera! BELEZURA!? O encontro ta chegando!
aqui na UEPG quase tudo nos conformes!

dentro do encontro, muitas pessoas que estarão participando, possuem experiências de outros espaços e vivências. As Oficinas serão o momento de conhecer, praticar e adquirir outros tipos de experiências, técnicas, enfim...

As oficinas que teremos certeza que acontecerão no encontro serão as oficinas de TAIDAI, SERIGRAFIA e STENCIL.
portanto, TRAGA SUA CAMISETA e participe! vamos expor no final do encontro!

Agora, se você que vai participar do encontro e manda bem em algo e quer socializar, poxa, demorô! se precisar de ajuda, contate-nos que podemos ajudar! eregeosul@gmail.com

Abraços e muita paz!

domingo, 24 de outubro de 2010

Eduardo Marinho




É Artesão, já foi militar e possui um blog, o observar e absorver .
Eduardo Marinho dispensa muitas apresentações. Basta assistir seus vídeos e ler suas colocações.

Vídeo Feito na Semana Acadêmica de Geografia da UFPR
Vídeo 1 (primeira parte)
Vídeo 2 (segunda parte)

Há a possibilidade dele compartilhar conosco os espaços do encontro!
abraços e muita paz

sábado, 23 de outubro de 2010

Um pouco da história de PGLand.

Tropas, Campos e Ponta Grossa..

A denominação “Campos Gerais do Paraná” remete aos campos limpos e capões isolados de floresta ombrófila mista, onde aparece o pinheiro araucária. De acordo com essa definição, os Campos Gerais são limitados à área de ocorrência dessa vegetação. Segundo historiadores, ao tratar das origens do povoamento de Ponta Grossa, até os fins do século XVII os Campos Gerais se apresentavam despovoados e serviam exclusivamente como ponto de passagem para os viajantes curitibanos que se dirigiam a São Paulo.
Apesar de ser uma região de boas pastagens, não havia quem consumisse o gado ali criado. Mas a descoberta de ouro nas Minas de Ouro na capitania de São Paulo, hoje Minas Gerais, exigia bois para a alimentação, cavalos para montaria e mulas para o transporte de minérios. O marco oficial que dá início à ocupação dos Campos Gerais é o ano de 1704, com a inauguração da Sesmaria de Sant´Ana do Iapó, entregue ao paulista Pedro Taques de Almeida.
Estava iniciada a composição regional dos Campos Gerais. A partir da sesmaria de Sant´Ana do Iapó, as atividades relacionadas ao comércio e a invernagem de animais rapidamente espalharam-se por toda região, repartida administrativamente pelas demais sesmarias concedidas pela coroa portuguesa.Com a descoberta das grandes vacarias administradas pelos Padres Jesuítas e os índios missionários, que existiam não só no Rio Grande do Sul como também na Argentina e Paraguai, abriu-se um caminho que ficou conhecido como “Caminho do Viamão” que ligava a então Vila da Sorocaba (SP) até Viamão (RS). Em Sorocaba realizava-se a grande feira de gado e mulas que deveriam prestar serviços na região das Minas.
Com o desenvolvimento do caminho, conhecido também como “Caminho das Tropas”, começaram a surgir pontos de parada ou pouso de tropeiros que com o passar dos anos se transformaram em 16 municípios que formam hoje a Rota dos Tropeiros. A identidade histórica e cultural da região dos Campos Gerais, iniciada no século XVIII, se deve aos ricos pastos naturais, abundância de invernadas com boa água e relevo suave. Essa foi a rota do tropeirismo do sul do Brasil, com o deslocamento de tropas de mulas e gado de abate provenientes do Rio Grande do Sul com destino aos mercados de São Paulo e Minas Gerais. Nessa época, os campos naturais da região tornaram-se muito disputados e a coroa portuguesa começou a expedir cartas de sesmarias em favor de homens de prestígio político local.
Os caminhos abertos no início do século XVIII continuaram servindo como principais vias para o comércio e a integração entre o extremo sul e o restante do país. O ciclo do tropeirismo se estendeu até o início do século XX e compôs a região mais importante para o desenvolvimento paranaense. A partir da colonização do norte e do sudoeste, o estado entrou em um novo momento histórico e os Campos Gerais perderam espaço no contexto estadual.
A comida é uma das heranças deixadas pelo tropeirismo. Era feita pelos homens, na tropa não havia mulheres. Entre os utensílios de cozinha levavam um saco de mantimentos, um caldeirão de ferro com tampa, para o feijão; uma panela de ferro de três pés, um coador e sua armação; xícaras de folha de ferro batido ou canequinhas esmaltadas, colheres e cuia.
..O fogão do tropeiro era a trempe, uma armação de três varas, que podiam ser de ferro ou de pau verde, colhido na hora. Com esse fogão improvisado, raramente com fogareiro de ferro, ou com duas forquilhas armadas, era preparada a simples comida do tropeiro: virado de feijão, arroz com carne seca e café. Além da culinária, o ciclo do tropeirismo uniu os estados sulinos e teve grande importância no desenvolvimento econômico, povoamento e formação de uma identidade histórica regional evidente e característica.

Fecho, valeu!?
Aquele abraço..

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

ALIMENTAÇÕES:

Para aqueles inscritos COM alimentação:

Serão 10 (dez) refeições no evento em vez de 9 (nove) proposto no ultimo conselho.
Já agendamos a janta do ultimo dia pra galera pegar a estrada(dos que ficarem até esse horario) de bucho ou buxo (sei lá) cheio!.

Portando:

Sexta Feira - dia 12
JANTA

Sábado - dia 13
CAFÉ, ALMOÇO E JANTA

Domingo - dia 14
CAFÉ, ALMOÇO E JANTA

Segunda Feira - dia 15
CAFÉ, ALMOÇO E JANTA

Para aqueles inscritos SEM alimentação:

Talvez a gente consiga refeições "avulsas" (ver com a organização local no credenciamento), mas existem dois (2) mercados e padarias próximo ao Campus Uvaranas e para aqueles que tiverem afim de um buffet no horário do almoço, tem um em fente ao Campus (R$ 5,00).
Trazer lanches e outros quitutes também ajuda!. Ok?

Abraços.
VALORES DAS INSCRIÇÕES e demais Informações Necessárias!

* COM ALIMENTAÇÃO = R$ 45,00

* SEM ALIMENTAÇÃO = R$ 25,00

LEMBRANDO:

Para aqueles que vem para o alojamento ou para acampar: Trazer barracas, lonas, colchoes, e etc.
Os banheiros estarão a nossa disposição. São varios banheiros com chuveiros quentes e frios (dae é só desligar) próximos aos locais de acampamento e alojamento.
Só vamos mantê-los limpos!

* "Ah, mas a grana ta curta e não vou poder pagar a inscrição. Mas gostaria de participar e se encontrar com a galera!"

BORA PRA CÁ DO MESMO JEITO, apenas você (tu) terá que ter o credencial para poder acampar com os demais. Informações no local de credenciamento.
Aguardamos todos vocês! Tá na hora de nos encontrarmos..

Att.
Diretório Acadêmico de Geografia Luiz André Sartori - DAGLAS

Beleza galera?!
Aquele abraço!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

EDP'S -

Os EDPs – Espaços de Diálogo e Práticas – contemplam a apresentação de trabalhos (pesquisa ou extensão em andamento, concluídos e relatos de experiências) neste espaço, tanto os apresentadores, como os participantes sem trabalhos inscritos têm a oportunidade de discutir, apresentar experiências e trocar informações.

Nesta socialização do trabalho, se poderá usar diversos métodos para expor o trabalho: quadro negro, banner's, material multimídia, etc. O apresentador que queira ter direito a um certificado de apresentação, deverá enviar um resumo expandido de uma (1) à seis (6) páginas, atendendo as seguintes exigências:

  1. Enviar o trabalho em anexo para o email eregeosul@gmail.com com o título “Edp's”.
  2. No corpo do email não esquecer de colocar seu: nome completo, instituição, telefone e-mail de resposta.
  3. Período para envio dos trabalhos, a partir de 23/09/2010 até 01/11/2010. A resposta de confirmação será realizada o mais rápido possível, com limite máximo do dia 07/11/2010.
  4. Normas técnicas para o envio de trabalhos:
    • Enviar em formato A4 (formato: doc. – de preferência versão compatível com o word 2003), máximo de seis páginas.
    • Margens esquerda e direita 2,5 cm, margens superior e inferior 1,5 cm.
    • Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho da fonte 12.
    • Titulo do trabalho em negrito, maiúsculo e centralizado, nome dos autores e instituição em negrito e maiúsculo logo abaixo, e por fim as referências bibliográficas no final do texto.

Observações:

* Os trabalhos posteriormente serão disponibilizados em ANAIS ONLINE em nosso blog (http://www.eregeosul.blogspot.com) e também no site do evento hospedado na UEPG (http://www.eventos.uepg.br/eregeosul/edp.php).

Maiores dúvidas, contate-nos pelo próprio email: eregeosul@gmail.com

sábado, 9 de outubro de 2010

Cultura dos Campos Gerais

A banda Mandau, que tem seu início em 2005 une o soul music, brasilidades, ritmos latinos e o experimentalismo. Suas músicas são marcantes e relevantes para o cenário alternativo, relatando, como por exemplo a música Lagoa Dourada que historiza e comenta a questão da lenda e a atualidade do Parque Estadual de Vila Velha, em específico a lagoa dourada.


Para conhecer mais da banda Pontagrossense Mandau, obter as músicas e mais informações
acesse o site da banda

Jah bless

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Campo São Jorge

CAMPO SÃO JORGE “os limites e possibilidades (?)”

A discussão aqui deverá ser permeada pelas questões de gestão de recursos hídricos de águas superficiais na bacia do Pitangui (alagados), o uso "inadequado" de áreas ciliares pela população como balneários, áreas de camping e lazer; gestão de águas subterrâneas no aquífero Furnas, o Geoparque dos Campos Gerais do Paraná e a conservação do patrimônio natural que a definição "Campos Gerais do Paraná" encerra.

A saída-atividade deverá ser realizada no dia 14 de Novembro de 2010, com horário de saída prevista para as 8h:30min da manhã, do estacionamento do centro de convivências do campus de Uvaranas, da UEPG, com um breve apresentação do campo (que já será feita no pré-campo do dia 12/13) e algumas recomendações de segurança, etc. A saída-atividade deverá durar o dia todo, com retorno previsto para as 18h:00 min, no estacionamento do bloco "G" de Educação Física, também no campus de Uvaranas da UEPG.

As atividades em campo desta saída deverão iniciar-se com um caminhada do "tetinho" do São Jorge, descendo até o pé da cachoeira santa Barbara, e pelo trajeto dever-se-à desenvolver os temas acima propostos. Como a atividade prevê o dia todo para sua realização, a alimentação dos participantes deverá ser no local do campo, com ponto certo a ser definido conforme o andamento da atividade(pode-se definir isso antes mesmo), para tal, contamos com o fornecimento de sanduíches pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, que desenvolve um programa de assistência alimentar com o "sanduíche popular", estes deverão acompanhar a alimentação que aqui deverá ser reforçada com outros alimentos, ou ainda, pode-se pensar em preparar um almoço campeiro para os participantes.

Para a parte da tarde esta sendo pensado em uma pratica com o corpo de bombeiros sobre primeiros socorros em selva, e de combate a incêndios florestais, além, claro, de um "tibum" geográfico, nos panelões e piscinas naturais que o soalho rochoso do leito do rio São Jorge apresenta, assim, aproveitando também da atividade para dar um mergulho da "cachu", e desfrutar de tudo que o local nos oferecer de melhor.

esta atividade possui caráter didático pedagógico pela proposta como se apresenta, de oferecer espaço de diálogo, troca de saberes e experiencias, e de interação entre o conhecimento desenvolvido pela academia em seu contato com o objeto em estudo, na construção de um saber ainda mais amplo sobre a(s ) problemática(s) que apresenta(m). Além do caráter político que será aqui aplicado, uma vez que há a intervenção local, e que esta é perpassada pelo debate e troca de ideias na busca de encontrar alternativas para a resolução dos problemas aqui já elencados.

O número de participantes será limitada a 40 pessoas por questões de transporte e de segurança, uma vez que estaremos em campo e as condições não podem ser controladas de antemão, então aqui já se apresenta uma ação de precaução.

está sendo formada uma equipe multidisciplinar para estar desenvolvendo a organização desta saída-atividade com o objetivo de que assim possa-se trabalhar com mais conteúdo as propostas da saída-atividade, e que se possa também, ser absorvido pelos participantes uma quantidade maior de informações melhores apresentadas.

UEPG - Estruturas e o Encontro


Daê Gurizada!

O EREGEO – SUL acontecerá nos seguintes locais:

No Auditório “Andrômeda” do Observatório Astronômico (7) realizaremos as plenárias de abertura e final, bem como, o credenciamento das delegações..na noite de abertura teremos a concentração do evento no Observatório devido a proximidade com o local de camping e alojamentos.

Os Espaços de Diálogos e Práticas – EDPs e os Grupos de Trabalhos – Gts serão realizados na Central de Salas de Aula – CSA (9).. CSA é onde a Geografia tem a maioria das aulas e é caminho do R.U.

Já os Pré-Campos, Pós-Campos, oficinas e etc, serão realizados nos Quiosques (próximo ao 6 e 7)...área destinada para lazer e atividades culturais a comunidade universitária.

O Ginásio de Esportes (6) para o Intergeo estará disponivel!..só que paralelo ao encontro, outros estudantes, funcionários e a comunidade universitária estarão usando..conversando com o pessoal podemos ter disponível o ginásio de esportes para o Intergeo ou se for de interesse do coletivo, soma junto com a galera de outros cursos e funcionários e poe a "pelota" pra rolar..

A alimentação acontecerá no Restaurante Universitário – R.U do Colégio Agrícola (13)..já vão dando uma banda pelo campus, tem o bosque das araucárias, muitas áreas verdes, só seguir o cheiro da broca..

O alojamento estará aberto aos inscritos no Pavilhão Didático do Bloco G (8)..cabem todos!..ajuntaê que o encontro é nosso! Trazer colchão, cobertas e aquelas coisas de sempre..

Outras atividades como Mate Geográfico, Intervenção Local e Místicas estarão acontecendo na Concha Acústica (14) e Centro de Convivência (3)..locais pouco usado pela galera da universidade, que a concepção do encontro tende a mudar essa realidade..

O acampamento vai ser atrás do Centro de Desportos e Recreação – CDR (próximo ao 8)..ali estaremos nos encontrando de fato!..tragam suas barracas, lonas e etc..mas galera, lembrando: a conservação do local limpo e agradável também faz parte do coletivo!

As festas e confraternizações acontecerão, em sua maioria, nos bares próximo do Campus (próximo ao 1, 2 e 4)..esses, tem opções de lanches, Buffet no almoço..bereja barata e demais quitutes num lugar do caralho! a sonzera é por nossa conta!!!

Os banheiros (5, 6, 7 e 8) estarão limpos para a nossa estadia e foi passada para nossa responsabilidade(bem como toda a estrutura da Universidade)..portanto, vamos cuidar do que é nosso!, assim teremos em outras ocasiões! O coletivo agradeçe!

Não fiquem piazando!

A universidade possui seguranças e câmeras. Entretanto estaremos praticamente sozinhos no Campus, teremos a presença dos “guardinhas”, mas vamos tentar prevalecer o bom senso..na dúvida, procurem-nos!

Cansou de discussões? Se estressou? Quer algo mais? Vá debandar por aí! Ponta Grossa é repleta de riquezas históricas e naturais para conhecer e contemplar, tanto de ônibus, como de carro, a pé, na bota...

Se quiseres, vá da uma banda..

..e só pra lembrar!

SEJAM BEM VINDOS AOS CAMPOS GERAIS DO PARANÁ!

Na dúvida, sigam a RUTEZA!

Esta no ar também o site do evento hospedado no site da UEPG: http://www.eventos.uepg.br/eregeosul


domingo, 3 de outubro de 2010

INSCRIÇÕES

Eae Pessoal!
Eis que surge o momento das Inscrições!
Vale lembrar que indiferente de qual modalidade de inscrição (com ou sem alimentação) o inscrito terá direito ao certificado de participação; caneta; caneca; mochilinha; bloco de anotações e texto de boas vindas.!
As inscrições estarão abertas até o dia 07 de novembro! se agiliza magrão!

Eis o Link para as inscrições!

https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dDNpeWpLY1FtQzN3N2RRMmlJRVp1Q3c6MQ


qualquer dúvida contate-nos! inscricoeseregeosul@gmail.com

E o evento se aproxima!
Alto astral!

O Artista Plá no EREGEO SUL


Eae Galera, na boa? Uma notícia boa para nosso encontro! o Artista Plá chegará e integrará conosco nos espaços do alojamento/camping e intervenções

Um dos dispersores da tão famosa bicicletada em Curitiba e organizador do MIA (momento íntegro de artes)o plá, além de músico e compositor, é um escritor já com alguns livros publicados independentemente. suas musicas falam justamente de sua visão da sociedade e do mundo como um todo, seus cds são geralmente gravados de shows pelos teatros de curitiba. O Plá se apresenta frequentemente na rua XV de novembro proximo ao bondinho, no centro da cidade, e aos domingos na feirinha do largo da ordem em curitiba.

Alto astral!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

CARTAZ/ARTE/DIVULGAÇÃO


demorou mais saiu galera, ainda essa semana abriremos inscrições! Aguardem!

na dúvida, manda um email!

Beijos e Abraços!

domingo, 12 de setembro de 2010

XIV COREGEO SUL

XIV Conselho Regional Sul de Estudantes de Geografia - COREGEO-SUL
(para entidades estudantis e estudantes que queiram construir o conselho)
CONVOCATÓRIA

Curitiba, 1º de setembro de 2010

De acordo com a deliberação do XIII Conselho Regional Sul de Estudantes de Geografia – COREGEO-SUL, ocorrido no dia 29 de julho de 2010 na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, está convocada a XVI reunião do COREGEO-SUL, a ocorrer entre os dias 18 e 19 de setembro de 2010 na cidade de Curitiba – PR, com a seguinte pauta:

1) Informes das Escolas (trazer escrito);
2) ZINE;
3) Campanha de Campo;
4) IV EREGEO:
a. Site / Blog
b. Estrutura
c. Programação - Arremates
d. Arte / Divulgação / Vídeo
e. Campo
f. Inscrições e Pagamento
g. Brigadas
5) Finanças;
6) Intervenção Local;

O conselho iniciará suas atividades às 08:00 do dia 18/09 (sábado) e será realizado na Universidade Federal do Paraná – UFPR.

É fundamental para melhor andamento do conselho que cada participante leia a(s) ata(s) anterior(es) dos últimos conselhos. Devido à ainda corrente construção da proposta de intervenção local, não temos certeza sobre o local de acomodação, mas deixamos em aberto a eventual necessidade de uso de barracas.

Contatos:

(41) 8851-6765 – Otávio
(41) 9147-2184 – Michelle
(41) 8409-3162 - Angelo

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Ponta Grossa e o Lixo

Bom dia Galera, tranquilos?

Aqui em Ponta Grossa, um dos acontecimentos que conseguiu ocupar além do campo das discussões, partindo para o campo das ações, é a questão do " Aterro Sanitário ".
Estudantes de diversos cursos do ensino superior, médio e técnico , professores universitários entidades estudantis e Ong's encorparam e construiram o
Comitê em defesa de um aterro público em local adequado


A partir de todas as discussões, proposições e tendo ciência do princípio do Encontro Regional Sul de Estudantes de Geografia, observamos que essa frente torna-se necessária, por isso teremos um de nossos CAMPOS com essa idéia.

Abaixo segue um texto escrito pelo Comitê, abordando o contexto em que estamos inseridos:

POR UM ATERRO SANITÁRIO PÚBLICO,
POR UMA POLÍTICA PÚBLICA EFETIVA DE RESÍDUOS EM PONTA GROSSA

Campos Gerais, 03 de junho de 2009.
Reiterado em 06 de novembro de 2009

Vivemos o limiar de uma crise ambiental sem precedentes na história da civilização humana, que tem como principais causas o individualismo e o consumismo desenfreado que caracterizam a atual fase do sistema capitalista global. Esta crise é fruto de uma ideologia que idolatra o progresso e a tecnologia a qualquer custo, sem considerar os impactos das ações humanas sobre a natureza. É preciso reverter esta lógica predatória para que possamos superar esta crise e construir um modelo sustentável de civilização.

Os principais responsáveis por esta crise ambiental são as grandes corporações empresariais que, na ânsia do lucro e acumulação de capital, destroem os recursos naturais e o equilíbrio ecológico necessário para a manutenção da vida. Precisamos unir a sociedade e combater os interesses privados daqueles que lucram com a destruição da natureza.

Esta luta deve ser travada no plano global, mas ela começa na nossa casa, na nossa rua, na nossa cidade. Aqui em Ponta Grossa nos deparamos com uma grande ameaça ao meio ambiente, que é a implantação de um aterro sanitário pela iniciativa privada em desacordo com os interesses sociais e ambientais da população. O local escolhido para a implantação do aterro está localizado dentro de uma Área de Proteção Ambiental (APA), onde existem nascentes e áreas encharcadas (Área de Proteção Permanente protegidas por lei) e se localizam sobre o Aquífero Furnas, manancial subterrâneo que abastece os poços artesianos de Ponta Grossa e região. Toda esta área é reconhecida como patrimônio ambiental e cultural (Rio Verde, Capão da Onça, Buraco do Padre, Cachoeira do Rio São Jorge, Cachoeira da Mariquinha, Alagados, Furnas, Caverna das Andorinhas, Escarpa Devoniana, etc.), sendo que vários destes locais são parques criados por lei municipal de 1992 e por decreto federal de 2005.

A licença ambiental concedida à empresa privada pelo IAP de Curitiba (não houve a participação do Escritório Regional do IAP de Ponta Grossa) foi realizada de forma pouco transparente, sem a participação da sociedade civil, sem a resposta aos pareceres de técnicos emitidos em 2008 e está sendo questionada junto ao Ministério Público Estadual.

Os integrantes do Comitê em Defesa de um Aterro Público, constituído por diversas entidades da sociedade civil organizada, defendem a implantação de um aterro sanitário público em um local tecnicamente apropriado, a partir de um processo de licenciamento transparente e democrático, que conte com a participação de toda a população pontagrossense na discussão do projeto. O serviço de coleta, reciclagem e de depósito de resíduos é um serviço público e deve ser assim tratado. Não podemos transformar o lixo em uma mercadoria para dar lucro para alguns poucos empresários. Não podemos ficar a mercê de mais um monopólio privado que vai ditar e impor o preço do serviço à toda a população.

Faz-se urgente a implantação de uma política pública municipal contrária à lógica do lixo como meio de lucro de poucos e exploração de muitos. E que o poder público assuma o seu papel de executor de ações permanentes e efetivas voltadas para a produção e o consumo responsável de resíduos, como questão de sobrevivência para as próximas gerações. Antes de receber resíduos de outros municípios, Ponta Grossa precisa enfrentar a problemática local dos seus próprios resíduos que resulta, por exemplo, em mais de 90% de seus arroios poluídos de lixo e esgoto.

Por isso conclamamos a toda sociedade civil e a população de nossa cidade a entrar nesta luta, que não é somente nossa, mas também das futuras gerações.

Fórum Social de Defesa de Políticas Públicas
Comitê em Defesa de um Aterro Público em Local Adequado


Fonte: http://dceuepg.blogspot.com

sábado, 21 de agosto de 2010

Trabalhos de Campo

Fala Galera, sussegad@s?

A respeito dos trabalhos de campo, o encontro possui uma percepção que o campo é realmente uma extensão de nossa prática como estudantes/cidadãos. A partir desta premissa, o IV EREGEO SUL que ocorrerá nos dias 12,13,14 e 15 de novembro na UEPG, apresentará campos onde o estudante que participar vai colaborar, intervir e aprender, construindo o encontro coletivamente, não somente observando. Além disso, os campos que julgamos principais, são contextos onde os alun@s de Geografia da UEPG estão inserid@s efetivamente, assim trazendo um melhor esclarecimento sobre o porque do campo.

Bem, vamos lá!
Serão 4 Campos Principais com a percepção acima incorporada

Trabalho de Campo na Unidade de Conservação Parque Estadual de Vila Velha - PEVV.

ESPECIES EXOTICAS INVASORAS NO PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA

As Espécies Exóticas Invasoras são hoje a segunda causa mundial de perda da biodiversidade. São responsáveis por uma serie de danos ao ecossistema, tornando-o cada vez mais frágil e suscetível a novas invasões.

A maior parte destas espécies foi introduzida com fins comerciais pela sua precocidade, alto potencial de desenvolvimento, competição, celulose, madeira, etc. O problema é que ninguém chamou a atenção quanto à contaminação das áreas próximas a esses plantios.

Este problema vai além das nossas fronteiras, é um assunto muito comentado em vários países e que vem aumentando cada vez mais a procura por informações. Existe até um Programa Global de Espécies Invasoras (GISP), formado por pesquisadores de diversas áreas que atuam no Brasil e outros países, que tem como missão a conservação da biodiversidade e a sustentação dos meios de subsistência humana, minimizando a disseminação e o impacto das espécies exóticas invasoras.

Outra questão abordada atualmente é o chamado “Deserto Verde”, termo utilizado para designar a monocultura extensiva de árvores em grandes áreas para a produção da celulose. Dentre os impactos causados pela monocultura extensiva, podemos citar a desertificação, desaparecimento das nascentes, exaustão de mananciais, aceleração da erosão, sem contar as perdas na variabilidade de espécies.

Dentro desta situação, chamamos a atenção da comunidade, em geral, aos cuidados que devemos ter com a implantação de novas áreas de cultivo, como o citado anteriormente.

Tendo o Parque Estadual de Vila Velha como cenário de uma área que passa por estes problemas desde sua criação, encontramos nele o suporte para a discussão sobre o assunto. Há um programa de erradicação de espécies exóticas invasoras em andamento no Parque, que já está sendo utilizado em outras Unidades de Conservação do Paraná e até em outros estados, que nos ajudará a entender um pouco mais da questão e nos encaminhara a propor novas saídas a esta problemática.

(Cristiane Tavares)



Os objetivos principais de uma Unidade de Conservação, no caso o Parque Estadual Vila Velha, são diversas. Englobam a conservação de elementos naturais (flora, fauna, rochas, relevo, hidrografia, etc.) para fins de pesquisa de inúmeras áreas que podem ou não ser aliadas à prática do lazer, turismo, as características culturais, as lendas, a população que tem um contato mais direto com o local, histórico desta relação, enfim, são levadas em consideração, mas não caracterizam o foco central de nossa prática.

Vila Velha foi escolhida pela sua beleza cênica e singular na região dos Campos Gerais. @s habitantes da região já frequentavam esse local antes mesmo dele ser transformado em uma área de preservação. Os paredões de arenito(rocha típica) que sofrem diariamente a erosão formam um museu a céu aberto, um perfil geológico datado de aproximadamente 300 Milhões de anos. Os campos naturais da região com sua vegetação característica serviram como pastagens naturais para o gado e tropeiros que faziam ali sua rota. Quase toda a área dos Campos Gerais já foi substituída pela extensa monocultura da soja e o florestamento de Pinus sp. O plano de manejo, que indica uma área de amortecimento aos arredores do parque não é seguido. O conhecimento e a experiência em pesquisas que apontam essa fragilidade ficaram apenas no papel. As sementes desta árvore (Pinus) podem viajar com a ajuda do vento por dezenas de quilômetros e a manutenção que faz o corte-manejo, não da conta visto o tamanho da área em 3.122 hectares.
O PEVV já passou por várias administrações e cada uma tem seus interesses e objetivos. Alguns locais do parque já foram áreas de experiência com sementes de soja, milho, eucalipto... Hoje esses locais tentam recuperar-se com o que a natureza do entorno tem a oferecer. Durante o inverno (estação predominantemente seca) incêndios acentuam ainda mais e fazem esse resquício de biodiversidade se acabar.
A atual conservação é boa, perante tudo que já aconteceu. O objetivo desse campo é fazer o corte dessa árvore exótica que sufoca a vegetação nativa e ao longo do dia será possível conhecer os atrativos do parque. No início teremos um pré-campo que abordaremos detalhes pertinentes aos/as participantes para um melhor acúmulo da problemática e após o campo, no retorno ao alojamento socializaremos nossas experiências com o pós-campo, dialogando com @s participantes dos outros campos.

Trabalho de Campo na Comunidade Emiliano Zapata.

A comunidade Emiliano Zapata, um assentamento do MST, hoje é um exemplo de gestão do território e produção de alimentos orgânicos. Unindo a história da luta pela terra com os companheiros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra mais a questão da agroecologia teremos um campo positivamente para todos que (...)

( em breve maiores e melhores informações )

Trabalho de Campo: O Aterro Sanitário


Este campo consistirá em uma deriva pelos campos gerais com o intuito de aguçar o olhar geográfico analisando aspectos geológicos, geomorfológicos, hidrográficos, uso e ocupação do solo entre outros,além da exposição de diversas problemáticas presentes na localidade.

Aspectos físicos da localidade

A região encontra-se no 2°Planalto paranaense na porção leste da cidade de Ponta Grossa, sobre a formação furnas onde também esta localizado o aquífero furnas (grande manancial de águas subterrâneas). A geomorfologia da região se apresenta em forma de espigões e a hidrografia é extensa.

Trajeto e exposição das problemáticas

O trajeto será feito em forma de caminhada saindo do campus da UEPG sendo a primeira parada no parque municipal balneário rio verde, ali será abordada a problemática do descaso dos órgãos públicos em relação a manutenção de parques públicos que garantam a sustentabilidade dos aspectos naturais da região; Segue-se então a margem do rio observado o desacerbado e irresponsável avanço da agroindústria sobre as paisagens características da região; A próxima parada está programada para onde está instalado um empreendimento de criação e abate de suínos, colocando em risco o equilíbrio da região pois o mesmo encontra-se em área de APP (área de proteção permanente), nesta parada pretende-se abordar o descaso do setor privado em relação as leis de preservação de mananciais demonstrando a ineficiência do setor publico na fiscalização destas áreas; Segue-se em direção ao encontro de dois afluentes do rio conhecido popularmente como “Quente e Frio” pois um afluente segue seu curso em sua maior parte sobre os arenitos que tem como cobertura vegetal os campos (lajeado) que são caracterizados por pequenos arbustos,tendo assim suas águas aquecidas pelo sol,já o outro afluente segue seu curso em grande parte em meio a capões(matas ciliares) assim suas águas ficam mais frias em relação ao outro,faz-se uma parada para descanso, lazer, alimentação. Após esta pausa o próximo destino é as futuras, onde encontra-se instalações de um aterro sanitário privado que é a principal problemática do campo, pois é de grande irresponsabilidade a construção de um empreendimento em local tecnicamente comprovado inadequado por vários fatores e que futuramente poderá acarretar sérios problemas ambientais e sociais. Pretende-se fazer uma intervenção no local e junto a sociedade pontagrossense!
Faz-se então o caminho de volta para se realizar então o pós –campo que se dará em forma de discussão entre @s participantes com @s mesm@s apresentando as concepções, as problemáticas e opniões tiradas do mesmo.

(em breve maiores e melhores informações)


Trabalho de Campo: Áreas de Risco no perímetro urbano de Ponta Grossa.

Ponta Grossa é uma cidade cuja geomorfologia é muito acentuada. Suas áreas fragilizadas localizam-se nos declives e nas baixadas dos morros, correndo riscos de enchentes e deslizamentos. A Geograficidade de PG esconde esse perigo, pois ao observar a cidade de um ponto alto você não conseguirá ver esse contraste.
A hidrografia da região esta inserida na bacia do Rio Tibagi. Os rios mais próximos à cidade são o Rio Verde, o Rio São Jorge, o Rio Botuquara e o Rio Pitangui ( que abastece a cidade ) o qual se situa a barragem dos Alagados, ou seja, Ponta Grossa tem uma grande rede hidrográfica que recorta e delimita, naturalmente, toda a área do município. Sabendo as ações e o posicionamento da cidade capitalista hoje, separando-as economicamente em locais desfavorecidos, as pessoas deslocam-se afim de situarem-se próximos aos seus trabalhos, assim proporcionando riscos para si próprios. Mas o que fazer?
O campo visará essa compreensão a partir de análises já feitas por acadêmicos de Geografia que atuam junto ao departamento de patrimônio e a defesa civil de PG, além de contato com associações de moradores organizadas, propondo um diálogo e possivelmente uma ação conjunta, que seja positivo tanto para moradores como para os estudantes.

sábado, 14 de agosto de 2010

Os Conselhos e a Construção do IV EREGEO SUL

A partir do XVIII Encontro Nacional de Estudades de Geografia (ENEG), foi realizado um Conselho extraordinário para a escolha e deliberação da próxima escola sede para o IV EREGEO SUL . Tendo já certo a UEPG como a escola sede, foram mentalizados os Conselhos, pelo menos um em cada estado (PR SC e RS) e assim foram construídas as ATAS para cada conselho realizado.

Abaixo os links das atas dos Conselhos para construção do Encontro:

http: // www. 4shared. com/ document / f8ebFlOY/ ATA_XI_COREGEO_-_ Ponta_Grossa_.html (COREGEO PONTA GROSSA)

http: // www. 4shared. com /account /document /HRu4r_fV/ ATA_DO_XII_COREGEO_floripa.html (COREGEO FLORIPA)


(só retirar os espaços)

As Brigadas: os tijolos para construção

Ruptura. Estamos acostumad@s a ser gerid@s, direcionad@s, encaminhad@s, conduzido@s, em quase todas (quiçá todas) as instâncias das nossas vidas. Perdão pela pretensão na análise, mas é a partir desta reflexão que surge a Brigada como uma proposta de construção efetivamente coletiva de, pelo menos, uma parte de nossas vidas. É a tentativa de não sermos consumidores/as em algo que nós mesmos podemos construir. É sair das contemplações e poder partir para uma construção, e coletiva. É rejeitar um tipo de sociedade em que uns/umas têm de apenas “limpar” enquanto outr@s “pensam”. E por tudo isso, a proposta não é isentar da inscrição do Encontro @s participantes/as que ajudarem nas Brigadas.

Não vamos reproduzir uma relação interesseira no próprio Encontro, comprando pessoas para a Brigada com o valor da inscrição. Também não vamos terceirizar a organização. A intenção é simplesmente encontrar um grupo grande de pessoas que se sintam à vontade para ajudar na construção do EREGEO SUL, sem que elas tenham de receber algo em troca – nem sejam cobradas depois por isso, como se prestassem um serviço.

As Brigadas surgiram pela primeira vez na Geografia em um Encontro Regional de Estudantes de Geografia do Sudeste, em Belo Horizonte, no ano de 2006, para contrapor um modelo de Encontro em que @s estudantes/as aparecem apenas como consumidores/as do espaço construído. A proposta das Brigadas naquele momento partiu da concepção política de que tod@s que se apresentam a um Encontro devem se apropriar dele em sua totalidade, vivenciando todos os momentos e dimensões do Encontro como sujeitos autônomos, como agentes transformadores/as de nossa realidade. Com autonomia para propor e socializar discussões geográficas, intervir nos espaços construídos, construir novos espaços e também cuidar, preservar, respeitar os espaços (na maioria das vezes, públicos) dos quais nos apropriamos.

A proposta das Brigadas parte da ideia de que não precisamos de especialistas para nos dar um Encontro e de que podemos construir junt@s um Encontro, em todos os seus momentos, de forma não-determinada. Tem a ver portanto com nossa autonomia. Depois disso, vem sendo uma prática adotada em outros encontros da Geografia, como o EREGEO do Sul (Florianópolis), Sudeste (Vitória e Niterói) e ENEG’s (Cáceres e Porto Velho). A proposta vai além da divisão do trabalho, é um chamado para a participação efetiva no Encontro e a pretensão que esta participação vá para outras instâncias da Geografia e da vida. Afinal, podemos questionar a forma como levamos à vida e como a vida nos leva, o individualismo que envolve nossa sociedade, a busca individual para solução de problemas coletivos, que nada nos ajuda, ou até mesmo a ignorância de todos os problemas que nos afligem. Sabermos que podemos no Encontro nadar um pouco contra essas correntes. Exercer nossa capacidade de autogoverno, nossas potencialidades que estão para além de sermos apenas estudantes, aos quais cabe apenas estudar, se formar e trabalhar. Temos que ser estudantes, mas podemos ser muito mais que isso. E construir nossos espaços para nossos exercícios de debates, de questionamentos, de organizações coletivas para ação, tudo isso é antes de tudo, e só poderá ser assim, uma construção coletiva, onde a pluralidade só aparece com a livre participação de todos, colocando suas diversas perspectivas sobre tudo que nos apeteça. E tudo isso sem negar a realidade, pois sabemos que o Encontro é breve, mas que pode nos servir de lição, de experiência sobre como poderemos expandir nossas perspectivas de vida, sobre como poderemos retornar às nossas “vidas normais” com outros pensamentos, mais crític@s talvez, conscientes que podemos sempre ser mais do que somos. Que podemos ser autônom@s e construir em outros lugares e de várias formas os espaços de resistência ao mundo-que-aí-está, onde temos que trabalhar, que estudar, que por vezes nos isolar, mas que podemos resistir e sonhar. Na construção dos espaços coletivos talvez resida as esperanças, de sermos iguais nas diferenças e construirmos soluções coletivas para problemas coletivos, sejam eles quais sejam.

Vale lembrar que a Brigada não é uma invenção de estudantes. É uma prática adotada por alguns movimentos sociais e populares, como o MST, como forma de organização e de descentralização, tanto no que diz respeito aos processos político-decisórios, até nas ações que permeiam o cotidiano. A prática das Brigadas, na verdade, é bem mais antiga, talvez seja só uma denominação para um anseio de decidir e intervir nas ações de grupos coletivos. Vale a pena procurar estudar o tema!

Nos ENEGs, as Brigadas acabam se dividindo por funções, tais como: limpeza e manutenção do “território”, comunicação, segurança, e demais demandas que surgirem de acordo com a realidade do Encontro. As divisões de tarefas são feitas na plenária inicial, por haver um número relevante de estudantes presentes, sendo feitos por “fitinhas”, onde fitas coloridas para amarrar no punho são distribuídas no credenciamento, ou por escolas. A vantagem das “fitinhas” é que proporciona uma integração maior de estudantes de escolas diferentes. Já, a vantagem da divisão por escolas é que facilita @s mais “tímid@s”. Alguns/Algumas criticam, talvez por não saberem, falando “não viemos aqui para fazer faxina” ou “vamos contratar um faxineir@” (isso ocorreu no ENEG de Cáceres). Ninguém é obrigad@ a fazer o que não quer. Aliás, característico da vida estudantil, é necessário que façamos essa diferenciação: as Brigadas no caso do MST, por exemplo, é de uma construção cotidiana, levam anos. No movimento estudantil existe uma rotatividade que, por vezes, acaba prejudicando a participação de estudantes que participam, numa média, de dois ENEGs.

Mas a Brigada não é um “faxinão”, não é um barateamento do Encontro ou para tirar a responsabilidade da escola-sede. Ao contrário, a ideia das brigadas é colocar em jogo nossa postura política e social, nossa participação, nosso pertencimento ao momento que estamos vivendo. É colocar para @s estudantes que eles/elas são responsáveis pelo espaço que ocupam e que isso não pode ficar só na teoria e nos conceitos dos livros, é a prática da sua gestão no espaço de forma coletiva, é não colocar a responsabilidade n@s outr@s e esperar que alguém venha conduzir (ou limpar) seu encontro (sua sujeira); é uma forma de colocar o trabalho coletivo em prol da descentralização das atividades, a favor da participação daqueles/las que não puderam participar da construção do Encontro.

É também uma discussão política porque coloca em jogo nossa intervenção, nossa capacidade de agir coletivamente, de nos auto-organizarmos. De tirar a lição e aprender que as tarefas mais árduas podem nos render frutos, nem que seja a própria negação do trabalho coletivo, ou então que fique semeado o questionamento do “por que” que tens que ir a um Encontro de estudantes e não ser servido.

Assim, @ estudante fará parte do Encontro na Brigada, em que tod@s se colocam à disposição para ajudar e para discutir o que pode e deve ser feito. A tarefa principal é contribuir para que o encontro funcione de forma orgânica, sem que alguns/mas pouc@s estudantes se transformem em funcionári@s que acabam precisando abrir mão de participar das atividades do ENEG para que ele ocorra.

Não é idealizar o melhor encontro do mundo, mas sim o melhor encontro possível, desde que as pessoas sintam-se parte do encontro, responsáveis por ele, e, por causa disso, queiram aproveitar ao máximo as atividades que estão sendo realizadas. Sendo repetitivos, mas se faz necessário, queremos evitar uma relação de empregad@s e consumo do encontro, procurando estabelecer, através das Brigadas, uma relação de responsabilidade e até paixão por aquilo que fazemos. E aí, com certeza, será o melhor encontro do mundo!

O que fica é uma questão: se não conseguimos, autonomamente, por nós mesmos, cuidar nem do chão da nossa casa, vamos cobrar o quê de quem?

ATIVIDADES POSSÍVEIS DAS BRIGADAS

- Servir o café da manhã, almoço e janta
- Limpeza dos banheiros, alojamentos e espaços do encontro
- Comunicação
- Tarefas de organização das atividades do encontro
- Coleta dos lixos
- Segurança
- Arrumação do local antes e depois do evento
- Monitoria das atividades
- O que mais vier


Retirado do site da Coneeg ( http://geografia.org.br/ )

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Programação - A construção do EREGEO SUL

Fala pessoal, tranquilos? Então, como um evento da Magnitude do Encontro Regional, cá estamos aqui divulgando a programação que até agora temos como certa:
O Encontro começará no Sábado (9 out) e no período da manhã as delegações estarão chegando, acomodando-se, na área de camping ou alojamento, e assim começando a operação para a plenária inicial.
No período da tarde (por volta das 13:30 às 15:00) teremos a Mística de abertura, para climatizar todos encontristas e a Plenária inicial. Na sequência, (por volta das 15:30 – 17:30) teremos a Reunião das brigadas e momento para iniciarem suas atividades.
No período da Noite, (por volta das 18:30 hrs) o Pré Campo será realizado com o intuito de agregarmos mais informações e assim construirmos um campo positivo com a idéia do encontro(provavelmente teremos oficinas com idéias semelhantes as dos campos).

Domingão (10 out) os períodos da manhã e tarde serão destinados para os CAMPOS( em breve teremos maiores e melhores detalhes sobre todos os campos).
A noite ( por volta das 20:00) O Pós Campo, momento de socialização das experiências e atividades feitas nos campos, será realizado, fechando com toda a idéia central do encontro.

Segunda - Feira (11 out), no período da manhã (10:00 às 12:00) teremos os espaços para os GT's (grupos de trabalho) que até o momento são:
-Cursinhos populares;
-Questões ambientais;
-Extensão universitária;
-Geografia, arte e intervenções

No período da tarde (13:30 às 15:00) haverá uma reunião das brigadas para suas atividades, logo após, (15:00 às 17:30) serão realizados os EDP's (Espaços de diálogos e práticas) para apresentação de trabalhos acadêmicos, experiências extensionistas, etc...
Anoitecendo(19:00 às 21:00) haverá o Mate Geográfico, com o tema do encontro " Geografia além dos muros: Vivência e Prática "

Terça - Feira (12 out), pela manhã (10:30 às 12:00) a sistematização final das brigadas para, a tarde, ser realizada a Mística e a Plenária Final (por volta das 13:00 às 17:00)
Por fim, a despedida das delegações, momento difícil para alguns...
E assim, concluindo mais um encontro regional dos estudantes de Geografia do sul do Brasil...
Jah Bless!

terça-feira, 20 de julho de 2010

XVI Encontro Nacional de Geógrafos (ENG)

O Encontro Nacional de Geógrafos – ENG, realizado a cada dois anos, tem se constituído como o principal evento da Geografia brasileira. Próximo de sua décima sexta edição, o ENG, além de congregar o maior número de participantes em torno das questões da Geografia, também é um momento de avaliação, debate e encaminhamentos do pensar e do fazer Geografia, em diálogo profundo com a Universidade, Entidades de Pesquisa e de Representação, e Movimentos Sociais. É o evento de maior participação da comunidade geográfica brasileira, produzindo-se como espaço de intensa reflexão em torno das questões que tangem a Geografia, em especial em relação às principais problemáticas que envolvem a produção do espaço brasileiro. Da mesma forma, é o momento em que a Geografia, em diálogo também com outras áreas do saber, se mostra e se reflete em um conjunto de atividades das quais se destacam os Espaços de Diálogos e Práticas, onde são apresentados e discutidos aproximadamente três mil trabalhos acadêmicos e relatos de experiências, que envolvam o pensamento e a prática em Geografia.

A finalidade principal do Encontro Nacional de Geógrafos é congregar a comunidade geográfica brasileira, envolvendo-a em um conjunto de atividades e discussões que possibilitem avaliar, discutir e encaminhar questões pertinentes à ação e ao pensamento geográfico no Brasil. Seus principais objetivos são constituir-se como espaço de reunião da Geografia brasileira (professores, pesquisadores, alunos e sociedade em geral) em intenso debate sobre práticas e concepções geográficas, e ser um momento de profunda troca de experiências e saberes, contribuindo para o avanço da Geografia tanto na universidade como em toda a sociedade.

Mais informações: http://www.agb.org.br/xvieng/index.php ou http://www.eng-2010.blogspot.com/